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Mostrando postagens com o rótulo Cenário

Expressionismo e Pop Art

Como a arte da bobina se entrelaça com a arte do pincel Por, Beatriz Carapeto Expressionismo: da pincelada à câmera “ O Grito” é uma pintura de Edvard Munch, 1893.      Edvard Munch . Certamente, quem teve aulas de História da Arte já se deparou com esse nome. Na realidade, até quem não teve formação acadêmica sequer conseguiu ter a oportunidade de conhecer uma de suas obras. “O Grito” , de 1893, é uma das pinturas mais icônicas (se não for a mais) do Expressionismo nas artes visuais.     Esse período se estabeleceu no século XIX como uma reação ao Impressionismo - aquele de Monet, Renoir e Manet. Ele captava, como o próprio nome diz, a impressão, a sensação, a introspecção, se valendo de cores suaves, puras, dissociadas e sem contornos definidos.  “Impressão, nascer do sol” de Claude Monet, 1872. "Aula de Dança”, pintura do artista Edgar Degas realizada em 1874. “Um aspecto visual mais soft” como d...

O brilho do circo marca presença em São Paulo

A resistência da arte circense e sua história em meio aos arranha-céus da cidade Por, Luma Silva Centro de Memória do Circo Maquete ''Circo da Memória''.  (Foto: Luma Silva)        O escritor e dramaturgo brasileiro, Caio Fernando Abreu, fala: ''Odeio Circo. Aliás, odeio tudo que me encanta e vai embora.'' A magia do circo sempre encantou as pessoas das mais diversas classes e épocas, levou brilho e risadas pelas cidades, em seus tempos nômades, viajou ao redor do mundo e, principalmente, ao redor do imaginário de cada pessoa, seja nos filmes ou nas obras literárias. Atualmente, ela persiste em sua magnificência, mas passa a carregar um molde a mais de resistência, luta para agraciar as pessoas presas na nada pacata selva de concreto paulistana. O  Centro de Memória do Circo  (CMC) é um aconchego não só para o artista circense, mas para todo público que acompanha essa história. Nele é possível conhecer um p...

Bates Motel e seus elementos estéticos

      Os conceitos, as ideias por trás da série de cenário misterioso e sombrio Por, Bruna Carolina          A  série  Bates Motel  retrata o terror de uma doença psicológica, onde exibe a juventude do famoso Norman Bates, personagem do livro homônimo Psicose de Robert Bloch e levado para o universo cinematográfico por Alfred Hitchcock.   A série não se trata apenas de chocar e diminuir o jovem Bates apenas como um vilão e sim explicar toda sua história até chegar ao ponto de cometer seus crimes por conta do seu transtorno mental muito confundido com psicopatia, ou o termo certo, transtorno de personalidade antissocial  caracterizado pelo comportamento impulsivo do indivíduo afetado, desprezando normas sociais, desrespeito pelos direitos e pelos sentimentos dos outros. Diferente de Norman, que comete os crimes apenas quando está em u...